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VINHO - em entrevista ao jornalista Cyro Moulin Rêgo , Ed Motta, o gênio da MPB e especialista em vinhos , fala sobre a bebida e seu novo disco . PDF Imprimir E-mail
Saúde - Geral
Escrito por Cyro Moulin Rego   
Seg, 26 de Setembro de 2011 10:52

 

Um dos mais geniais artistas da música brasileira , o jovem sobrinho do Tim Maia  dá entrevista  exclusiva para o ESNEWS . Fala basicamente de vinho, sua paixão. Ed se tornou um especialista no assunto. O badalado artista percorre o País divulgando  mais um disco de sua bela obra musical. A caricatura é do talentoso Cláudio Teixeira que gentilmente nos cedeu  seu trabalho para essa reportagem especial Confira:

 

Por: Cyro Moulin Rêgo (Cirinho do Rio Doce)

 

Quando começou a tomar gosto pelos vinhos?

Salve Cyro! Foi através de minha mulher Edna há exatamente 20 anos atrás. Eu não bebia nada antes dela que apresentou as primeiras garrafas em nossa mesa.

Você , pelo que se percebe, é de extrema  apuração em tudo que faz,principalmente na área musical  e  não deve ser diferente sua relação com os vinhos, não?

O que tenho curiosidade tenho interesse obsessivo de pesquisa, estudo, e o vinho faz parte dos meus grandes interesses.

A sua participação em Domingos Martins (ES) deixou saudades?

Claro, eu sou movido a saudades!

Para quem está iniciando na arte de apreciar um  bom vinho, o que aconselha?

Aconselho os crus da região de Beaujolais, como Morgin, Chiroubles,Julienas, Fleurie, etc. São fáceis de beber e já mostram boa complexidade de fruta coerente com terroir. Os tintos e brancos do sul da Itália e os Portugueses que utilizem as castas locais e não beber um cabernet sem ser de Bordeaux , apesar que pra mim a Itália chega junto principalmente nos Merlot

Preço elevado por uma garrafa é sinal de que o vinho é bom?

Fala-se muito disso, claro que existem vinhos baratos ou de preço médio com grande nível de prazer mas o que se conhece dos vinhos ditos caros são realmente bons ou espetaculares a verdade é essa.

 

 

Quantas unidades tem a sua adega e qual é o seu preferido?

Eu tenho uma dessas adegas-geladeira de 300 garrafas nunca fica cheia porque o consumo é alto. Meus favoritos sãos os franceses brancos e tintos da Borgonha na França e os Barolos e Barbarescos italianos do Piemonte.

Com uma agenda extensa, já visitou vinhedos no exterior?

Só em Portugal, na Bairrada que foi muito interessante, mas não tenho muito interesse na vida do campo, sou um urbanóide, sou a cadeia final do que é produzido com cuidado por essas pessoas. Um amigo que conhece minhas fobias de urbanoide diz que eu devo beber os meus adorados Borgonhas em casa porque não é exatamente o lugar que eu me sentiria a vontade.

O vinho francês experimenta queda em suas vendas. Isso significa que o produto piorou ou melhorou  a qualidade do vinho  outros países produtores?

A concorrência é grande com os vinhos do novo mundo que para quem tem um paladar menos exigente já atende a função de um vinho. Existem vinhos bons no novo mundo, mas o velho mundo é imbatível em elegância, qualidade de fruta etc.

O vinho brasileiro é bom?

Eu já bebi bons, o Cave Ouvidor branco de Garopaba SC, o Vallontano tannat, o cabernet do Werner Schumacher, o sauvignon blanc e o cabernet top da Villa Francioni, os vinhos cheis de estilo do Marco Danielle. Melhorou muito, tem coisa boa sim.

Usa alguma taça em especial, ou não tem nada a haver?

Tudo a ver, uso Riedel que é inegavelmente a melhor

O prazer de saborear um bom vinho se  aproxima  mais com a solidão, uma boa música , ou uma linda mulher?

Háhá!! Essa é  Boa, Cyro! As sensações são variadas, depende de nosso estado emocional, e se o vinho é sempre coadjuvante podemos perceber as nuances de comportamento podemos vira galã ou chorões (risos)

Já pensou em escrever um livro sobre o assunto?

Sim algo com música como parelos etc.

Porque abandonou os vinhos de  Bordeaux ?

Já faz tempo isso. Começou o interesse pelos vinhos do Rhône quando caí na Borgonha achei os Bordeaux pesados, enjoativos, ressaca certa mesmo de um Latour da vida. St Emilion e Pomerol tem mais elegância são os "Borgonhas" bordaleses. Meu Bordeaux favorito é o Ch. Trotanoy, nunca bebi um ruim. Eu implico, não compro mas gosto de Bordeaux é claro.

Quando vai tomar um bom vinho em casa, quem chama?

Eu e minha mulher, essa é a combinação perfeita sempre. Uma vez li numa revista Decanter várias pessoas envolvidas com vinho comentando o que fariam na virada de ano novo e o Michael Broadbent disse que ia ficar em casa em abrir uma Pol Roger com a mulher! Esse falou minha língua, eu faço isso sempre que posso religiosamente todos os anos, só eu e Edna minha mulher.

Caso eu tenha um show eu mesmo assim tenho o momento especial mesmo com ela depois.

Porque o brasileiro  toma pouco vinho?

Falta comida, saúde, educação, o vinho é algo inegavelmente elitizado, um supérfulo diante de tanta coisa que falta de básico pra infelizmente uma grande maioria.

Na arte do vinho,  qual  o desejo que ainda não realizou?

Beber um Romanee Conti e um Montrachet também DRC do ano que nasci 1971, safra boa na Borgonha.

Bom, por fim, na área musical tem novidades para seus milhares de fãs?

Estou excursionando pelo Brasil com meu novo disco PIQUENIQUE, segundo a imprensa uma volta ao pop o que de fato é verdade.

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INFARTO - Médicos fazem capacitação para manejo clínico do infarto no miocárdio PDF Imprimir E-mail
Saúde - Geral
Escrito por Ginevaldo Araújo   
Sáb, 24 de Setembro de 2011 10:23

Médicos da rede pública iniciam capacitação em manejo clínico do infarto agudo do miocárdioUma das doenças que mais matam no Estado, o infarto agudo do miocárdio, ganhou no ano passado um Protocolo de Atendimento e Regulação, que orienta os médicos que atuam na rede pública de saúde para o correto manejo clínico no momento do atendimento aos pacientes.

Visando à capacitação desses profissionais, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) iniciou na noite desta quinta-feira (22) o primeiro curso de atualização, reunindo 33 médicos de Pronto-Socorros e Pronto-Atendimentos da Grande Vitória, no auditório do Conselho Regional de Medicina (CRM).

 A abertura da “Capacitação em Manejo Clínico: Protocolo de Atendimento e Regulação de Infarto Agudo do Miocárdio” foi feita pelo subsecretário de Saúde, Geraldo Correa Queiroz; pelo vice-presidente do CRM, Oswaldo Luiz Pavan Junior, e pela secretária de Saúde de Vila Velha, Joana de Jaegher. O subsecretário destacou a necessidade constante que os profissionais de medicina têm de atualização para um melhor atendimento a seus pacientes. Ele informou ainda que a capacitação faz parte das ações do Programa Estruturante de Governo de Atenção Integral à Saúde, que inclui a qualificação profissional de 1.600 médicos até 2014. O curso foi ministrado pelos médicos do Hospital Evangélico de Vila Velha, Felipe Bortot Cesar, e da Sesa, Renato Giesta Serpa. O objetivo da capacitação é melhorar a resolutividade do atendimento médico de urgência e emergência e diminuir a morbidade e mortalidade dos pacientes.  O próximo treinamento será no dia 28, no Laboratório Central (Lacen) da Sesa.

Dados

 O infarto agudo do miocárdio (IAM), conhecido popularmente como infarto do coração, enfarte ou ataque cardíaco, é uma doença que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.  Muitas delas morrem ou têm problemas cardiológicos permanentes por não buscarem socorro médico de forma rápida.No Espírito Santo, no ano passado, foram registrados 1895 óbitos pela doença. Em 2009, foram 1750 e, em 2008, 1600 falecimentos de capixabas devido ao problema.

 O tratamento correto do infarto agudo do miocárdio pode salvar vidas e prevenir incapacidades físicas. No entanto, é mais efetivo quando iniciado dentro da primeira hora de início dos sintomas. Por isto, é tão importante reconhecer um episódio de infarto.

 Na Grande Vitória, os hospitais referência para o atendimento cardiológico são  o Evangélico de Vila Velha (HEVV) e o Hospital das Clínicas (Hucam). Somente de janeiro a agosto deste ano, o HEVV atendeu a 351 pacientes na Emergência do Centro de Referência Cardiovascular, que precisavam de atendimento imediato, pois corriam risco de vida.

 

 
PT - pediu cargo no PanAmericano após compra pela Caixa PDF Imprimir E-mail
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Saúde - Geral
Escrito por Cyro Moulin Rego   
Qua, 21 de Setembro de 2011 07:28

 

 

Em janeiro de 2010, semanas após a venda de parte do PanAmericano para a Caixa Econômica Federal, executivos do banco reclamaram de pedidos do PT para abrigar pessoas ligadas ao governo, informa o "Painel", publicado na Folha.

 Em e-mail obtido pela Polícia Federal, o então presidente do banco, Rafael Palladino, relata lobby para contratar Demian Fiocca, o ex-presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) . "O currículo dele é excelente, mas para ser presidente de empresas enormes, e não diretor do banco", reclama.

 O inquérito da PF sobre o socorro ao PanAmericano revela que Luiz Gushiken manteve contato direto e frequente com o então presidente do banco tanto em 2009, quando este teve 49% de seu controle adquirido pela Caixa Econômica Federal, como em 2010, quando veio à tona o rombo de R$ 4,3 bilhões na instituição criada por Silvio Santos, informa o "Painel", editado por Renata Lo Prete, e publicado na Folha.

A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Entre os e-mails reproduzidos na peça policial, há um intitulado "igrejas evangélicas", no qual o ex-ministro de Lula pede a Rafael Palladino que as "reuniões de fechamento" com a 1ª Igreja do Evangelho Quadrangular de Paulínia e "outras congêneres" ocorram somente com sua "anuência" e "participação".

Gushiken pretendia, segundo suas palavras, "evitar o by passe (sic)". O e-mail é de junho de 2010, cinco meses antes da quebra do banco. Embora tenha recebido respostas reasseguradoras, o petista voltou a escrever a Palladino em julho para se queixar: "Pergunto-lhe por que razão estou excluído das tratativas". O contexto da conversa sugere que se trate de contratos de crédito consignado.

O ex-titular da Secom, que mesmo depois de deixar o governo no rastro do mensalão manteve influência sobre fundos de pensão, prestou ao PanAmericano uma consultoria em bases jamais esclarecidas. Em e-mail de março de 2009, Palladino pede a subordinados a compra de um "brinde para o sr. Luiz Gushiken".

 


 

 
Colatina promove campeonato de pesca para promover o esporte e saúde PDF Imprimir E-mail
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Saúde - Geral
Escrito por Cyro Moulin Rego   
Dom, 18 de Setembro de 2011 22:21

 

 

 Com fotos de José Braz Benedito,Colatina, no Norte do Estado, sediou no último sábado  o Segundo Campeonato de Pesca Embarcada no Rio Doce.  Durante o evento foi inaugurado o  Cais do Sol Poente, uma reivindicação antiga de pescadores e de esportistas náuticos.

 Segundo um dos participantes, o fotógrafo amador José Braz Benedito,   a competição teve  por  objetivo “ o de  divulgar  as riquezas naturais do  manancial e suas  espécies de peixes, além de servir   na conscientização de  usufruto do   rio num  turismo  de forma sustentada. E a pescaria é ótimo para a saúde, pois relaxa bastante quem participa dela”, disse.
A organização foi da Associação de Pescadores do município (Apesc)
  . Entre as espécies pescadas pelos competidores, robalo, dourados, tucunaré, traíra, curimbá, mandiaçú e  

 

 

 
Aumenta casos de cirrose em São Paulo PDF Imprimir E-mail
Saúde - Geral
Escrito por Cyro Moulin Rego   
Dom, 18 de Setembro de 2011 11:43

Bruno Bocchini
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – As internações por cirrose hepática causada pela ingestão de bebidas alcoólicas aumentaram quase 50% nos últimos cinco anos nos hospitais do estado de São Paulo. Em 2007, foram internadas cerca de 2,1 mil pessoas com o problema e a estimativa para este ano é de mais de 3 mil pacientes. Os dados são do Serviço de Hepatologia do Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo. O ex-jogador Sócrates (foto) continua ainda internado vítima da doença .

De acordo com o coordenador do serviço, o médico Carlos Baía, o levantamento indica que as pessoas passaram a ingerir mais bebidas alcoólicas. “A quantidade de álcool para provocar uma cirrose varia caso a caso. Geralmente são quantidades que as pessoas podem achar pequenas, como quatro ou cinco doses de bebidas destiladas por dia, se for consumido diariamente por dez anos”.

O álcool inflama e destrói gradualmente as células do fígado que, ao longo do tempo, passa a ficar tomado por pequenas cicatrizes, e tem seu funcionamento prejudicado. Estima-se que em torno de 15% dos alcoólatras cheguem a esta etapa em um período entre dez e 15 anos de dependência.

"Uma das características do álcool é induzir tolerância e a pessoa precisa de uma quantidade cada vez maior para sentir o mesmo efeito de relaxamento inicial”, destaca o médico.

As complicações decorrentes da doença podem ocorrer lentamente e desencadear o acúmulo de água na barriga, inchaço nas pernas, confusão mental, e até o desenvolvimento de câncer no fígado e hemorragias digestivas.

Baía ressalta que o transplante de fígado só é indicado em casos muito graves, quando o paciente já está com as funções vitais do órgão totalmente comprometidas. Segundo o Hospital de Transplantes, os dependentes de álcool correspondem a cerca de 15% das pessoas que estão na lista de espera.

“A porcentagem é baixa porque existem mecanismos para restringir a entrada dessas pessoas na lista. Não se faz transplante em uma pessoa que tem alto risco de voltar a beber”, diz o médico. Para poder entrar na lista de espera do transplante, a pessoa tem de estar a pelo menos seis meses sem consumir bebida alcoólica.

Hepatites virais, principalmente a do tipo C, também desencadeiam a cirrose hepática. O médico orienta as pessoas a realizar o teste laboratorial com exame de sangue. “Prevenção é sempre a melhor escolha. A hepatite C, por exemplo, é uma doença silenciosa e o combate fica mais fácil se o diagnóstico for precoce”, explica o hepatologista.


Bruno Bocchini
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – As internações por cirrose hepática causada pela ingestão de bebidas alcoólicas aumentaram quase 50% nos últimos cinco anos nos hospitais do estado de São Paulo. Em 2007, foram internadas cerca de 2,1 mil pessoas com o problema e a estimativa para este ano é de mais de 3 mil pacientes. Os dados são do Serviço de Hepatologia do Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo. O ex-jogador Sócrates (foto) continua ainda internado vítima da doença .

De acordo com o coordenador do serviço, o médico Carlos Baía, o levantamento indica que as pessoas passaram a ingerir mais bebidas alcoólicas. “A quantidade de álcool para provocar uma cirrose varia caso a caso. Geralmente são quantidades que as pessoas podem achar pequenas, como quatro ou cinco doses de bebidas destiladas por dia, se for consumido diariamente por dez anos”.

O álcool inflama e destrói gradualmente as células do fígado que, ao longo do tempo, passa a ficar tomado por pequenas cicatrizes, e tem seu funcionamento prejudicado. Estima-se que em torno de 15% dos alcoólatras cheguem a esta etapa em um período entre dez e 15 anos de dependência.

"Uma das características do álcool é induzir tolerância e a pessoa precisa de uma quantidade cada vez maior para sentir o mesmo efeito de relaxamento inicial”, destaca o médico.

As complicações decorrentes da doença podem ocorrer lentamente e desencadear o acúmulo de água na barriga, inchaço nas pernas, confusão mental, e até o desenvolvimento de câncer no fígado e hemorragias digestivas.

Baía ressalta que o transplante de fígado só é indicado em casos muito graves, quando o paciente já está com as funções vitais do órgão totalmente comprometidas. Segundo o Hospital de Transplantes, os dependentes de álcool correspondem a cerca de 15% das pessoas que estão na lista de espera.

“A porcentagem é baixa porque existem mecanismos para restringir a entrada dessas pessoas na lista. Não se faz transplante em uma pessoa que tem alto risco de voltar a beber”, diz o médico. Para poder entrar na lista de espera do transplante, a pessoa tem de estar a pelo menos seis meses sem consumir bebida alcoólica.

Hepatites virais, principalmente a do tipo C, também desencadeiam a cirrose hepática. O médico orienta as pessoas a realizar o teste laboratorial com exame de sangue. “Prevenção é sempre a melhor escolha. A hepatite C, por exemplo, é uma doença silenciosa e o combate fica mais fácil se o diagnóstico for precoce”, explica o hepatologista.

 
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