| Produtores capixabas utilizam a prática de consócio da ovinocultura com café |
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| Notícias - Estado | |||
| Escrito por Da Redação | |||
| Dom, 17 de Janeiro de 2010 09:52 | |||
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Essa prática utiliza o carneiro no meio da lavoura para o controle do mato e aproveitamento dos resíduos orgânicos no local. O produtor, além de diminuir despesas, pode ter uma outra opção de renda, que é a ovinocultura. Segundo o engenheiro agrônomo do Incaper de Cachoeiro de Itapemirim, Paulo Shalders, "quem ganha com isso é o produtor e o meio ambiente. Primeiro porque diminui as despesas com herbicida (agroquímica que controla as ervas daninhas) e com mão de obra; e o segundo, pelo fato do animal não causar impacto no solo e não interferir no plantio", afirma. O engenheiro agrônomo do Incaper de Alegre, Fabrízio Raggi Abdallah, ressalta que os solos da região estão bastante degradados pelo excesso de capina, tanto manual quanto químico. Desse modo, "o consócio busca fazer o controle físico do mato, alimenta o animal, agrega peso, além de complementar com a adubação na lavoura". Em Cachoeiro de Itapemirim, Vargem Alta e Alegre, há casos de produtores que estão experimentando a prática, e o Incaper tem acompanhado e orientado sobre métodos literários para a adoção desse procedimento. Paulo comentou que, de acordo com a experiência inicial dos produtores da região, a prática está sendo bem aceita, pode gerar um receita adicional, equivalente a oito sacas de café por hectare. Mas o Instituto ressalta, que, antes de qualquer iniciativa do produtor em adotar essa prática, ele deve entrar em contato com os extencionistas do Incaper para conhecer as experiências em andamento antes de empregá-las. Vale ressaltar que ainda não existem experimentos que confirmam totalmente que a prática é apropriada para a plantação. FONTE: Assessoria de Comunicação do Incaper
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