| Dia da Baiana de Acarajé passa a ser nacional |
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| Notícias - Brasil | |||
| Escrito por Ginevaldo Araújo | |||
| Sex, 22 de Janeiro de 2010 20:41 | |||
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Por Ginevaldo Araújo O Dia da Baiana de Acarajé, já comemorado há treze anos no calendário de homenagens da Bahia, passa a ser nacional. O projeto do deputado Mário Negromonte, sancionado nesta terça-feira pelo presidente Lula, incluiu no calendário das efemérides nacionais a comemoração do Dia Nacional da baiana de Acarajé no dia 25 de novembro.A baiana de acarajé é uma figura símbolo da Bahia. Para o deputado Baiano Mário Negromonte, instituir o dia nacional para se comemorar a baiana de acarajé “é uma forma de afirmação da identidade cultural de um povo. A baiana de acarajé identifica e é identificada com a cultura do nosso povo baiano.” Segundo a Revista de História da Biblioteca Nacional, as primeiras baianas de acarajé foram africanas, escravas alforriadas, ainda na época do Brasil Colônia. O acarajé, na sua origem só poderia ser vendido pelas filhas de santo de Iansã (Santa Bárbara, no sincretismo entre o catolicismo e o candomblé). A massa de bolinho de feijão fradinho, cebola e sal, frita no azeite de dendê- era feita no próprio terreiro de onde a baiana saia com todas as obrigações a serem cumpridas a seu Orixá. Hoje, a venda do acarajé tornou-se importante fonte de renda, com cerca de quatro mil baianas espalhadas por vários pontos fixos que se tornaram verdadeiros pólos de atração turística, sem necessariamente terem ligação com o candomblé. Também alguns homens são encontrados vendendo A figura da baiana de acarajé ficou imortalizada no imaginário popular brasileiro graças à divulgação feita por três importantes personalidades da cultura baiana: Dorival Caymmi (“O que é que a baiana O ofício das baianas de acarajé foi registrado, em 2005, como Patrimônio Cultural imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do Ministério da Cultura (Iphan), registrado no Livro de Registro de Saberes. O acarajé também foi reconhecido como Patrimônio Cultural de Salvador pela Câmara Municipal. “Para mim, é uma enorme honra ter meu nome ligado a este fato, que eventualmente alguns podem desconhecer a dimensão e importância, mas para nós da Bahia significa uma verdadeira afirmação nacional de uma das figuras mais caras de nossa cultura, que todo o baiano traz no coração e, com certeza, todo o turista que já foi a Bahia também leva em seu coração”, afirmou o autor do projeto, deputado Mário Negromonte. Fonte: Assessoria do deputado Mário Negromonte
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