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Férias As minhas férias deste ano foi do dia 08 a 26.02. Como de costume, fui a Petrolina/Juazeiro de carro próprio juntamente com Ghislana (esposa) e Ana Luiza (filha). Lá reencontramos familiares, compadres e amigos, o que foi bastante gratificante, além de nos trazer uma áurea de felicidade. Na volta, resolvi mudar de itinerário, e ao invés de vir por Feira de Santana, entrei na cidade de Capim Grosso, e fui até Ruy Barbosa, na Chapada Diamantina, onde visitei o casal Zé Carlos/Lidia (cunhada).  Por conta desses reencontros, temos mantido fortalecidos os laços de amizades que deixamos no Nordeste há quase 16 anos, e as viagens por vias diferentes, nos dá a oportunidade de conhecermos dezenas de cidades e os lugarejos com culturas diferentes, além  das paisagens paradisÃacas e vegetações que vão mudando de aspecto de acordo com as caracterÃsticas de cada região, que vale a pena o sacrifÃcio. E isto é só na Bahia, imaginem as cidades do restante dos sete estados nordestino.   Finalmente, poderia ter pernoitado em Eunapólis, no Hotel Portonapólis, mesma rede do Hotel BHS Linhares, mas como estava carregando um isopor que tomava quase todo porta-malas, repleto de buchada e carne de bode e surubim (peixe do Rio São Francisco), tive que fazer um sacrifÃcio extra para concluir a viagem de 1.110 Km em um único dia, e à s 23:00 h. do dia 19, estávamos no meu abençoado lar, descarregando o carro. No dia 26 retornei à Recife de avião, onde fui padrinho de casamento da minha afilhada Mayra Maria (afilhada de batismo),  encerrando a maratona. Quebra molas nas brs Ao longo de um percurso de quase 3.000 Km (ida e volta) que percorri nestas férias, com exceção do EspÃrito Santo, a qualquer sinal de moradias à s margens das brs, os quebra-molas a uma distância de 180 m. um do outro, inclusive em postos da PolÃcia Rodoviária Federal. Está certo, pois em caso contrário os motoristas não aliviam o pé, e 120 km/h é a velocidade mÃnima para a maioria, ocasionando acidentes fatais, o que é comum no EspÃrito Santo . Já a polÃtica do Dnit por aqui com relação a este inibidor de velocidade, está funcionando na contra-mão da competência, a exemplo de dois quebra-molas gigantes existentes nas extremidades de uma pequena ponte numa baixada que une de duas longas ladeiras em linha reta e Ãngremes, e em outro ponto onde existem duas curvas acentuadas, em Braço do Rio, antes de Pedro Canário, na BR 101 norte. Não existem moradias nas proximidades que possam justificar a irregularidade, além da falta de uma sinalização adequada, resultando em  inúmeros acidentes, alguns com mortes, avarias em veÃculos de todos os tipos, que não param de crescer.  As informações são de que os quebra-molas foram construÃdos para proteger funcionários de uma empreiteira que está reformando uma das pontes há mais de um ano. Gente, é uma coisa fora de propósito, o que podemos considerar como uma irresponsabilidade de todo tamanho , além da falta de respeito com o ser humano. Ora, nós não estamos em um território sem Leis? Portanto, as autoridades constituÃdas precisam tomar providências com relação a esta situação, pois se trata de um caso de polÃcia.
Fotos em Sociedade Dona Marly Aires de Alencar e Ivan Salvador 
Eliomar Sequin e Ozamara 
Vera e Antonio Faustini 
Paulo Rauta, Roberto, Dr. Jairo e Carlinhos Giuberti 
Wanderley Colodetti, Venerável Mestre da Loja Maçonica 88, AÃdes Bertoldo, Grão Mestre do Estado 
Noberto Pin, Gilson Molina e Gilmar Braga 
P Jota (colunista) - Ghislana, Sebastião Moraes (leitor desta coluna) - Lili e minha sogra Zilda Moraes 
Dr. Floriano Schwanz, Guimarães e Heraldo Sala  |