Paulo Júnior
Férias de Paulo Júnior & Fotos em Sociedade PDF Imprimir E-mail
Colunistas - Paulo Júnior
Escrito por Paulo Júnior   
Qui, 04 de Março de 2010 18:59

Férias

As minhas férias deste ano foi do dia 08 a 26.02. Como de costume, fui a Petrolina/Juazeiro de carro próprio juntamente com Ghislana (esposa) e Ana Luiza (filha). Lá reencontramos familiares, compadres e amigos, o que foi bastante gratificante, além de nos trazer uma áurea de felicidade. Na volta, resolvi mudar de itinerário, e ao invés de vir por Feira de Santana, entrei na cidade de Capim Grosso, e fui até Ruy Barbosa, na Chapada Diamantina, onde visitei o casal Zé Carlos/Lidia (cunhada).  

Por conta desses reencontros, temos mantido fortalecidos os laços de amizades que deixamos no Nordeste há quase 16 anos, e as viagens por vias diferentes, nos dá a oportunidade de conhecermos  dezenas de cidades e os lugarejos com culturas diferentes, além  das paisagens paradisíacas e vegetações que vão mudando de aspecto de acordo com as características de cada região, que vale a pena o sacrifício. E isto é só na Bahia, imaginem as cidades do restante dos sete estados nordestino.   

Finalmente, poderia ter pernoitado em Eunapólis, no Hotel Portonapólis, mesma rede do Hotel BHS Linhares, mas como estava carregando um isopor que tomava quase todo porta-malas, repleto de buchada e carne de bode e surubim (peixe do Rio São Francisco), tive que fazer um sacrifício extra para concluir a viagem de 1.110 Km em um único dia, e às 23:00 h. do dia 19, estávamos no meu abençoado lar, descarregando o carro. No dia 26 retornei à Recife de avião, onde fui padrinho de casamento da minha afilhada Mayra Maria (afilhada de batismo),  encerrando a maratona.

Quebra molas nas brs

Ao longo de um percurso de quase 3.000 Km (ida e volta) que percorri nestas férias,  com exceção do Espírito Santo, a qualquer sinal de moradias às margens das brs, os quebra-molas a uma distância de 180 m. um do outro, inclusive em postos da Polícia Rodoviária Federal. Está certo, pois em caso contrário os motoristas não aliviam o pé, e 120 km/h é a velocidade mínima para a maioria, ocasionando acidentes fatais, o que é comum no Espírito Santo .

Já a política do Dnit por aqui com relação a este inibidor de velocidade, está funcionando na contra-mão da competência, a exemplo de dois quebra-molas gigantes existentes nas extremidades de uma pequena ponte numa baixada que une de duas longas ladeiras em linha reta e íngremes, e em outro ponto onde existem duas curvas acentuadas, em Braço do Rio, antes de Pedro Canário, na BR 101 norte. Não existem moradias nas proximidades que possam justificar a irregularidade, além da falta de uma sinalização adequada, resultando em  inúmeros acidentes, alguns com mortes, avarias em veículos de todos os tipos, que não param de crescer.

 As informações são de que os quebra-molas foram construídos para proteger funcionários de uma empreiteira que está reformando uma das pontes há mais de um ano. Gente, é uma coisa fora de propósito, o que podemos considerar como uma irresponsabilidade de todo tamanho , além da falta de respeito com o ser humano. Ora, nós não estamos em um território sem Leis? Portanto, as autoridades constituídas precisam tomar providências com relação a esta situação, pois se trata de um caso de polícia.


Fotos em Sociedade

Dona Marly Aires de Alencar e Ivan Salvador

Eliomar Sequin e Ozamara

Vera e Antonio Faustini

Paulo Rauta, Roberto, Dr. Jairo e Carlinhos Giuberti

Wanderley Colodetti, Venerável Mestre da Loja Maçonica 88, Aídes Bertoldo, Grão Mestre do Estado

Noberto Pin, Gilson Molina e Gilmar Braga

P Jota (colunista) - Ghislana, Sebastião Moraes (leitor desta coluna) - Lili e minha sogra Zilda Moraes

Dr. Floriano Schwanz, Guimarães e Heraldo Sala

 

 
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