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Colunistas -
VIDA CRISTÃ - O dia dia na pós modernidade
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Escrito por Ginevaldo Araújo
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Sáb, 12 de Junho de 2010 10:29 |
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A comunidade Cristã principalmente, tem sido bombardeada nos últimos anos por causa do Dízimo e da Oferta. As acusações e os infortúnios são de todas as ordens e classes, mas a erdade é que o assunto dinheiro X religião o tempo todo é vítima de ataque. Porém não somos a única instituição que sofre críticas no que diz a respeito e dinheiro, outras religiões e mesmo sérias instituições tem sido colocada prova. Quero fazer aqui uma proposta aos defensores e aos críticos do dízimo e fertas, e essa quero apresenta-lá no âmbito da Ética e da moral.
Em respeito aos mais tradicionais não ficarei citando versículos Bíblicos e efendendo ou retirando a obrigatoriedade do ato de ofertar e devolver o ízimo, mas não posso fugir de citar pelo menos Malaquias 3;10: “Trazei odos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos brir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não aja lugar suficiente para a recolherdes.”
Boa parte dos cristãos contemporâneos usam Malaquias 3;10 como base para ustificar o dízimo, ou seja esse texto é uma espécie de PAPA do dízimo, elo menos é a impressão que tenho no ambiente protestante, e pequenas nserções no Catolicismo. Diferente de outros pensadores, quero traçar um paralelo entre Dízimo e tica. única fonte de renda “finanças” que uma comunidade religiosa cristã tem é dízimo e as ofertas, que através desses o administrador faz o uso ecessário, principalmente na estrutura física da Sede da comunidade, ou seja, paga-se a conta de água, luz, telefone, limpeza, manutenção da pintura, dos bancos, do ar condicionado, do bebedouro e etc.
Observe que o dinheiro entregue a igreja além algumas vezes pagar o salário do líder, ainda tem todas essas outras necessidades a serem supridas. E é nesse ponto que quero fazer algumas perguntas: É ético, você pegar o jornal comprado por alguém e lê-lo? É moralmente correto sentar na padaria para tomar café e usar o do outro? Se tentar entrar em um clube mantido por dezenas de pessoas e não for filiado ao grupo certamente terá sua entrada proibida. Posta estas questões pergunto, é ético você que não concorda com o dízimo ir a Igreja e sentar em um banco que não pagou por ele, sentir o frescor do ar condicionado que não pagou por ele, usar o banheiro e a água que não ajuda a pagar?
Se você for uma pessoa ética dirá que não. Entregar dízimo e oferta para a manutenção da comunidade é uma questão de ética, sobre tudo ética Cristã, o próprio Jesus nos dá uma referência “a Deus o que é de Deus e a César o que é de Cesar”. No meu caso, entrego meu dízimo e faço ofertas, não esperando nada em troca, até porque com Deus não existe negociata, o faço porque sou um homem de moral e ética, e jamais faria uso de algo que não ajudei a construir. Não estamos na comunidade por obrigação, logo estando é necessário você ajudar a manter financeiramente o “clube”. As comunidades por serem religiosas não deixam de pagar água, energia e telefone e também não recebem verba pública para funcionar. Portanto é uma necessidade moral do frequentador e membro da comunidade, contribuir, isso não é uma questão Bíblica e sim moral. Porém como temos uma dúzia de pessoas sem moral em nossa sociedade essas acabam por usar o que não pagam ou participam como ambiente de comunhão, e ainda fazem as críticas.
O outro lado dessa linha ténue é que nossos líderes e administradores devem usar o dinheiro dos dízimos e ofertas com mais responsabilidade e bom senso, não deixando margem para que pessoas que estão de fora e não conhecem a necessidade moral de fazer parte do financiamento da comunhão no diz a respeito a sua manutenção.
Penso que Dízimo é uma questão de ética, antes de ser bíblica.
Júnior Fanticelli é: Radialista, consultor em comunicação e graduando em Ciências Sociais - Teologia.
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